Temperatura do dia: Em - MT
ºC |
PUBLICIDADE

Agronegócio

Etapa de vacinação contra febre aftosa de maio de 2020

 |
Divulgação / Reprodução

A meta é vacinar 30.000.000 de cabeças, são bovinos e bubalinos de todas as idades, "mamando a caducando".  Por solicitação de entidades representativas de produtores rurais e dos distribuidores de insumos pecuários, o INDEA/MT com a autorização do MAPA ampliou os prazos para aquisição da vacina, vacinação e comunicação, visando permitir melhores cuidados de biossegurança para prevenção da COVID-19 nas lojas veterinárias, estabelecimentos rurais e Unidades do INDEA/MT.

O período de vacinação conforme Portaria 059/2020 de 23 de abril de 2020 iniciou-se no dia 27 de abril e encerra-se em 10 de junho, sendo data limite para comunicação o dia 22 de junho. Dessa forma o produtor, lojas veterinárias e INDEA/MT podem programar-se da melhor maneira possível para proceder a imunização adequada do rebanho e registro da vacinação com todos os cuidados para a proteção da saúde das pessoas envolvidas no processo.

Esta etapa compreende quase que a totalidade do estado, ficando desobrigadas de realizar a vacinação os estabelecimentos rurais localizados no baixo pantanal Mato-grossense, um total de 906 fazendas com aproximadamente 400.000 bovinos. Os produtores da Zona Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação do Bloco I já foram notificados sobre a proibição da vacinação contra febre aftosa, um total de 825 propriedades com 380.000 bovinos localizadas nos municípios de Rondolândia (todo o território), Colniza (margem esquerda do Rio Roosevelt) e pequenas áreas dos municípios de Comodoro e Juína.

Para mitigar ainda mais o risco, o INDEA/MT disponibilizou meios remotos para comunicação da vacinação, mediante envio por e-mail ou entrega em mãos do formulário preenchido e assinado com a nota fiscal em anexo. O produtor escolhe uma Unidade Local de Execução que tem o prazo de três dias úteis, a contar do recebimento, para informar o resultado, ou seja, se a comunicação foi aceita ou motivo da recusa.

Cabe ao produtor acompanhar o andamento da comunicação, cumprindo dessa forma sua obrigação legal de vacinar e comunicar. Está mantida a comunicação presencial nas Unidades que deve ser utilizada somente quando não for possível fazê-lo remotamente.

É de extrema importância que os envolvidos aproveitem o período ampliado e as formas remotas de comunicação para evitar aglomerações, principalmente nas Unidades Locais de Execução. Historicamente, nas etapas anteriores, 50% das comunicações ocorrem nos últimos dez dias, um costume a ser modificado especialmente nessa etapa.



deixe sua opinião






  • Máximo 700 caracteres (0) 700 restantes

    O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem.

    Clicando em enviar, você aceita que meu nome seja creditado em possíveis erratas.



mais lidas de Agronegócio (últimos 30 dias)

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
TOPO

Contato

Redação

Facebook Oficial