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Polícia

Mato-grossense que postou ofensas ao STF é um dos alvos da operação da PF contra Fake News

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Divulgação / Reprodução

O sinopense Marcelo Stachin, defensor do presidente Jair Bolsonaro, é um dos alvos da operação sobre fake news desencadeada, esta manhã, pela Polícia Federal por ordem do Supremo Tribunal Federal para cumprir mandados de buscas e apreensões. Ainda não há confirmação de quais materiais foram apreendidos. Marcelo não estaria em Sinop. Em postagem em uma rede social, esta manhã, ele estaria em um município da região, na área rural. Ele seria o único alvo em Mato Grosso da operação.

No início deste mês, ele gravou um vídeo ao lado de um outro apoiador ameaçando invadir o Congresso e o STF. Ele também compartilhou post do ministro da Educação que defendeu que integrantes do Supremo fossem presos.

A operação da PF foi deflagrada também no Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina para cumprir 29 mandados no âmbito do referido procedimento, conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes, no caso das fake news (notícias falsas), com ataques, ofensas a membros do Supremo Tribunal Federal (STF) e outras autoridades.

O Estadão informou que um dos alvos é o deputado estadual Douglas Garcia, em São Paulo, que teve computadores de seu gabinete apreendidos e a Folha divulgou que outro alvo é o ex-deputado Roberto Jefferson, presidente do PTB, ambos  aliados do presidente Jair Bolsonaro. O empresário catarinense Luciano Hang é um dos investigados e disse que está de consciência tranquila que “jamais atentou contra ministros do STF”.

A Polícia Federal também está investigando dois blogueiros, no Distrito Federal.  Por decisão do STF, 6 deputados federais do PSL e dois estaduais devem prestar depoimentos para a Polícia Federal.

Outro lado

Procurado , Stachin negou ter feito ameaças ao STF e que ainda não foi procurado pela Polícia Federal. “Ainda não fui procurado por ninguém agente ou delegado. Um dos motivos é por estar viajando. Eu estou chegando em Cuiabá e eu vou procurar a sede da PF. Até onde eu sei, não foi levado nada da casa onde moro em Sinop e do meu sítio, onde moro. Eu não fui procurado por ninguém. Estou aguardando para conversar com os agentes. Eu estive em um vídeo junto com o colega que conheço. Apenas isso. Mas nunca pronunciamos a palavra invadir. Nunca houve essa construção. Alguns sites publicaram isso, mas isso nunca aconteceu”, rebateu.

Marcelo apontou que defende a independência das instituições. “Por isso, que estou indo à Brasília. Nós buscamos apoiar o presidente Bolsonaro e a independências das instituições. Que cada uma possa trabalhar de forma individual”.



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