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Mulheres organizam movimento contra vinda de Bruno ao Operário de VG

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Divulgação / Reprodução

Uma manifestação contra a admissão do atleta Bruno Fernandes, mais conhecido como o goleiro Bruno, no Clube Esportivo Operário Várzea-grandense (CEOV), está sendo organizado por um grupo de mulheres. O ato de repúdio está marcado para terça-feira (21), às 19h na Arena Pantanal, em Cuiabá.

Antes do Operário Várzea-grandense acertar com Bruno, foi divulgado que o Cuiabá Esporte Clube estaria negociando com o atleta. Entretanto, a informação foi negada pelo time.

Uma das administradoras do evento, a presidente do Conselho Estadual de Direitos da Mulher (CEDM), Gláucia Amaral, afirma que essa manifestação será apenas a primeira e destaca que não só o clube, mas também os patrocinadores deveriam repensar a contratação de Bruno.

“Um clube tem responsabilidade social. Transformar um feminicida em um ídolo para crianças, homens e mulheres, não é papel de um time de futebol. As empresas que financiam o Operário também precisam se perguntar se estão patrocinando o futebol, como ação social útil, ou patrocinando um feminicida?”, disse Gláucia ao HNT/Hipernotícias.

“O Operário é um time querido pela torcida, mas infelizmente não está dialogando e nem ouvindo a sociedade. Eles estão surdos. O Bruno tem que ser ressocializado, mas não em um time de futebol, pois isso gera a impressão que o crime compensa”, concluiu. 

Bruno foi preso em setembro de 2010 e condenado em março de 2013 por homicídio triplicamente qualificado da ex-namorada Eliza Samúdio. O goleiro foi condenado a mais de 20 anos de prisão. Atualmente, ele cumpre pena em regime semiaberto em Varginha.

Na última semana, o juiz Tarciso Moreira de Souza, da Vara de Execução em Meio Aberto e Medidas Alternativas de Varginha, de Minas Gerais, autorizou a transferência do atleta para o time de Mato Grosso.

A decisão da Justiça atende o parecer do promotor Aloísio Rabelo de Rezende, também da cidade mineira.

Conforme a assessoria de imprensa do TJMG, o processo será encaminhado ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), que deve distribuí-lo para a comarca de Execuções Penais de Várzea Grande.



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