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Águas Quentes deve voltar à estrutura de Parque após concessão

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Divulgação / Reprodução

Contratada recentemente pelo Governo do Estado de Mato Grosso para fazer a modelagem de estudos para parceria da Unidade de Conservação Parque Estadual Águas Quentes (Santo Antônio de Leverger), a empresa ‘Natureza Humana’ quer resgatar o contato com a natureza e, assim, mudar a visão de ‘resort’ que os visitantes têm do local. A ideia é que ainda em 2020 haja licitação e o contrato seja assinado, com concessão de 30 anos para a empresa vencedora que deve administrar o espaço.

O Parque Estadual Águas Quentes fica a uma hora e meia de carro de Cuiabá, e atualmente tem foco hospedagem. A proposta da ‘Natureza Urbana’ é dar ao local ares de ecoturismo, além de reforçar os aspectos naturais da área, como as águas termais, para que os visitantes se sintam de fato em uma um parque natural. Atualmente, só é possível chegar lá se o turista está hospedado em um hotel que tem na região.

Segundo o sócio-proprietário da empresa, Pedro Lira, a ‘Natureza Urbana’ tem foco em “planejamento e projetos de equipamentos públicos visando sua sustentabilidade social, econômica e ambiental”. Neste caso, o objetivo é “o fomento ao uso público e ecoturismo como ferramenta de conservação, e a oportunidade de projetar estruturas integradas à natureza que cumpram este papel”, afirma.

O objetivo da empresa com o projeto é renovar as estruturas existentes e implantar um novo conceito de visitação, por meio de atividades e estruturas ligadas à natureza. “Hoje não se tem a percepção que a área seja um parque, e sim um resort. Buscamos reestruturar o equipamento âncora hotel em torno a um conceito de ecoturismo, e conjuntamente fomentar a visitação, conhecimento e preservação do parque”.

As maiores dificuldades, no entanto, estão em mobilizar todos os envolvidos e conseguir um projeto que atenda tanto o interesse público quanto o mercado. No entanto, para o sócio, a mudança será benéfica aos turistas, com “um equipamento mais atrativo e integrado á natureza, um destino turístico melhor estruturado muito próximo a Cuiabá, o conhecimento dos elementos naturais da área e sua importância, a chance de se desconectar da cidade”, garante.

A concessão do parque será feita por meio de licitação. As empresas qualificadas deverão explorar o uso turístico da área, além de cumprir contrapartidas e pagar a outorga ao estado. O chamamento público para a licitação deve ser divulgado em breve. A empresa vencedora terá 30 anos de concessão sobre o Parque.



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