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Polícia

Líder criminoso envolvido em roubo de cargas é preso pela Polícia Civil em Rondonópolis

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Divulgação / Reprodução

A Operação Carga Pesada, realizada nesta segunda-feira (10.05) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Rondonópolis, prendeu preventivamente um homem investigado por liderar uma associação criminosa envolvida com roubos, furtos e adulteração de cargas de grãos na região sul do estado.

Os policiais civis cumpriram ainda três mandados de busca e apreensão autorizados pelo juízo da 3ª Vara Criminal de Rondonópolis. Em dois endereços distintos na cidade, a equipe da DERF apreendeu veículos de luxo, arma de fogo, uma grande quantidade de joias, aparelhos celulares, entre outros objetos.

A prisão do investigado é fruto de uma apuração que vem sendo realizada desde o mês de março, quando a DERF, com apoio da Delegacia de Pedra Preta, desarticulou um grupo criminoso e prendeu nove pessoas envolvidas com roubos de caminhões, receptação e adulteração das cargas roubadas.

Investigação

Durante a ação realizada no dia 25 de março, os policiais civis recuperaram uma carga de soja recém-roubada e apreenderam um caminhão, duas máquinas pá-carregadeiras e objetos destinados à adulteração do produto. 

A Polícia Civil chegou aos suspeitos após receber informação sobre um caminhão trator com reboque e semirreboque que foi localizado, porém, sem nenhuma carga.

Com base nos registros de ocorrências de roubos de cargas que a DERF vinha apurando, os policiais conseguiram identificar um galpão, no Distrito Industrial de Rondonópolis onde os suspeitos foram encontrados junto com a carga de soja roubada. 

Quando a equipe policial chegou ao galpão, a soja estava passando pelo processo de transbordo, o que caracteriza a adulteração.

Durante as investigações, a equipe da DERF apurou a identificação de todos os envolvidos e a atuação de cada membro do grupo, desde aqueles que realizavam o roubo da carga, transporte, descarregamento, entre outras fases, até a última etapa, que era a adulteração do grão.

A associação criminosa possuía um forte esquema montado, contando com contabilidade, transferências e recrutamento de motoristas e ajudantes. 



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