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Polícia

Promotores citados por PMs em esquema de grampos telefônicos ilegais negam participação no crime

Citados pedem que as condutas deles sejam investigadas pelo MPE com o objetivo de comprovarem o não envolvimento com o esquema.

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Divulgação / Reprodução

Os promotores e o ex-procurador-geral do Ministério Público Estadual (MPE), citados nos depoimentos do coronel Evandro Lesco e cabo Gerson Corrêa como participantes de um esquema de grampos ilegais negam envolvimento com o crime e propõe que o MP instaure procedimento administrativo para que as condutas dele sejam investigadas.

Por meio de nota, os promotores Samuel Frungilo, Marcos Regenold Fernandes, Marcos Bulhões dos Santos, Marco Aurélio de Castro e o ex-procurador-geral Paulo Prado, disseram que as informações divulgadas pelos réus não são verdadeiras. São caluniosas, difamatórias e injuriosas.

Os citados disseram ainda que os réus se desesperaram com a possibilidade de condenação e quiseram incriminar os agentes do MPE, justamente por ter sido o órgão que denunciou o esquema. 

"Em atitude desesperada, resolveram atacar infundadamente membros da Instituição que os denunciou", diz trecho da nota.

Os promotores protocolaram pedidos na Corregedoria Nacional do Ministério Público (CNMP), Procuradoria-Geral de Justiça do Estado de Mato Grosso e Corregedoria-Geral do Ministério Público Estadual para que um procedimento investigatório seja instaurado para apurar as condutas deles.

O objetivo seria provar que não estão envolvidos com o suposto esquema de grampos ilegais pelo qual os policiais militares respondem.



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