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Hospital está sem cirurgiões pediatras há quase uma semana após vencimento de contrato em MT

Os três cirurgiões que atendiam na unidade informaram que, além do vencimento do contrato, eles pararam os atendimentos por falta de pagamento do salário de agosto do ano passado.

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Divulgação / Reprodução

Os cirurgiões pediatras do Hospital Regional de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, pararam de atender no local no sábado (27) após o vencimento do contrato com o hospital. Desde então, a unidade de saúde não está realizando cirurgias pediatras, pois nenhum outro profissional foi contratado para a função.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou que vai fazer um pregão para a contratação de uma nova equipe médica. A secretaria disse ainda que, com a requisição da Santa Casa de Cuiabá, anunciada pelo governo nesta quinta-feira (2), serão providenciadas equipes de cirurgia pediátrica na capital para atender as demandas de todo o estado.

Os três cirurgiões pediatras que atendiam no HR informaram que, além do vencimento do contrato, eles pararam os atendimentos por falta de pagamento do salário de agosto do ano passado. Já os outros meses seguintes foram pagos.

A SES explicou que repassou recursos para o Instituto Gerir, ex-gestor da unidade, que não efetuou o pagamento da equipe médica de agosto. Agora, a secretaria aguarda um parecer jurídico para fazer o pagamento.

Já o instituto que administrava o hospital declarou que todo problema de pagamento foi causado pela falta de repasse do governo à época, que deixou a gestão do HR de sem recursos e, por isso, não foi possível o pagamento de funcionários e fornecedores.

A secretária municipal de Saúde, Izalba de Albuquerque, explicou que o hospital é referência de urgência e emergência para acidentes, traumas e cirurgias pediátricas, atendendo Rondonópolis e outros 19 municípios da região e com a demissão dos médicos pediatras o município não tem para onde levar as crianças em situação de risco.

Ela afirmou ainda que esse problema deve ser resolvido pelo governo do estado.

Falta de insumos

No último fim de semana, o deputado estadual Lúdio Cabral (PT), que faz parte da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), visitou a unidade após receber diversas denúncias. Segundo ele, faltam gases, seringas, entre outros itens básicos.



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