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Homicídios reduzem 12% em MT, 34% em Cuiabá e 55% em Várzea Grande

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Divulgação / Reprodução

De janeiro a setembro foram registrados 12% de casos a menos de assassinatos em Mato Grosso, em comparação ao mesmo período do ano anterior. Foram 729 homicídios contra 831 no ano anterior. Cinco Regiões Integradas de Segurança Pública (RIPs) – Cuiabá, Sinop, Rondonópolis, Várzea Grande e Nova Mutum – concentram 57% dos homicídios no Estado.

Os dados foram apresentados durante a reunião do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), reunindo o titular e o adjunto da Secretaria de Estado de Segurança Pública e os dirigentes da Polícia Militar, Polícia Civil, Politec, Corpo de Bombeiros e Detran. O governador Pedro Taques também esteve presente no encontro e parabenizou os dirigentes pelos resultados.  

Em Cuiabá foram registrados 104 casos de homicídios nos nove meses de 2017, enquanto de janeiro a setembro de 2016 foram 157 casos de mortes violentas, uma queda de 34%. A fonte é a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Já em Várzea Grande a redução foi de 55% nos casos de assassinatos. Foram 46 casos este ano contra 103 no ano passado. Assim como no Estado e em Cuiabá, a cidade de Várzea Grande vem registrando queda ano a ano nos casos de assassinatos.

Na avaliação do secretário de Estado de Segurança Pública, Gustavo Garcia, o terceiro trimestre do ano (julho, agosto e setembro) manteve os índices abaixo do que no ano anterior.

“Foi um trimestre bastante positivo. Além da redução dos homicídios, houve redução de roubos, aumentamos a apreensão de drogas e cresceu o número de prisões. Esses dados são arrasadores e fortalecem o sistema de segurança pública. A motivação dos servidores e o fortalecimento das instituições garantiram os resultados. O governador veio aqui para apoiar o sistema de segurança e deu crédito aos órgãos de segurança pública pelos resultados alcançados”.

Para o comandante geral da Polícia Militar, coronel Marcos Cunha, a corporação tem realizado operações próprias e em parceria, contribuindo para a redução dos números. “Na minha concepção são três eixos que favoreceram essa diminuição. A primeira, os investimentos do Governo do Estado no sistema de segurança, depois a metodologia de trabalho ao sistema de segurança, trabalhando no sentido de atingir os objetivos, por meio do planejamento tático e operacional, e o terceiro eixo o comprometimento dos policiais”.

O delegado geral da Polícia Civil, Fernando Vasco, também comemorou os dados. “Foi um trimestre extremamente produtivo. A PJC vem fazendo inúmeras operações e ações qualificadas de combate à criminalidade. Prova disso, que o número de presos em flagrantes e por cumprimento de mandado de prisão aumentaram sensivelmente. É muito satisfatório ver os números e essa redução é significativa. Cuiabá e Várzea Grande com números acima de 30%”.

Fim de ano

Também foram iniciadas as discussões para o planejamento operacional de ações para o final de ano, garantindo que o último trimestre do ano se mantenha com índices de criminalidade em queda. “Queremos começar 2018 com bons resultados garantindo um carnaval mais tranquilo e sem mortes na capital como foi neste ano”, comentou o secretário de Segurança Pública, Gustavo Garcia.

O secretário adjunto de Integração Operacional da Sesp, coronel Jonildo Assis, disse que, além da apresentação dos dados da criminalidade, a reunião do GGI serviu também para o planejamento de novembro, dezembro e janeiro. “Já começamos de maneira integrada no sentido de buscar soluções e buscar planejar melhor toda as nossas ações, no sentido de a gente possa manter os índices atuais. Sabemos que há um aumento no final do ano mas tenho plena convicção que esse trabalho que hoje vem sendo desenvolvido vai fazer a diferença e vamos conseguir manter esses índices. Os investimentos que foram feitos pela atual gestão na área da segurança pública isso refletiu diretamente na redução da meta real na média de 10 a 11%, isso é uma vitória do sistema de segurança de Mato Grosso”.

A atual gestão investiu no chamamento e nomeação de 3.663 profissionais, incremento de mais 230 veículos, 172 motos para a Polícia Militar, além de aquisição de armamentos e equipamentos.



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